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Midria é poeta,
slammer, cientista social e atualmente mestrande em Antropologia pela FFLCH-USP. Filha poética dos movimentos de saraus e
slams das periferias paulistanas, desde a adolescência encontrou na palavra um espaço seguro para habitar. Em 2018 viralizou com seu poema "A menina que nasceu sem cor", recitado no programa
Manos e Minas, da
TV Cultura. Em 2020 lançou seu primeiro livro,
A menina que nasceu sem cor, que também ganhou uma adaptação para o público infantil. Em 2021 integrou a coletânea de contos Carolinas, organizada pela FLUP. Em 2022 publicou seu terceiro livro,
Cartas de amor para mulheres negras, durante a FLIP, sendo um dos destaques da programação oficial. Foi capa da revista
Glamour em março de 2023 e destaque como influência da geração Z em matéria da
Vogue em abril do mesmo ano. Atualmente circula com um espetáculo poético multilinguagens. Quando não escreve ou fala poesia, pesquisa
slams, se mete a produzir documentários e dançar frevo, e performa colocando colchões na rua para trocar afeto com pessoas estranhas. Se aposentou da carreira de jogadore de rúgbi, mas segue jogando tarô.
Desamada é sua estreia na Editora Rosa dos Tempos.
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